Índice que reajusta aluguel chega a 1,17% em abril, declara FGV

O Índice Geral de Preços do Mercado encerrou abril com alta acumulada em 12 meses de 3,55%. Essa variação é a que serve de base de cálculo em contratos de aluguel. Na virada de março para abril, o índice subiu de 0,98% para 1,17%. Também houve elevação com maior intensidade sobre o mesmo mês do ano passado quando, a taxa oscilou 0,78%.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de junho. O IPA-M, que encarna os custos no atacado, e que subiu 0,35% na comparação com a alta de 0,56% na primeira prévia de maio.

A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas mostra as variações decustoss verificadas entre entre 21 de março e 20 de abril. Dois dos três componentes do IGP-M progrediram em abril: o Índice de Preços ao Produtor Amplo que passou de 0,92% para 1,41% e o Índice Nacional de Custo da Construção com alta equivalente a quase o dobro do constatado em março .

O utiliza-se ele igp-m é bastante utilizado para reajuste em o custo de o aluguel. Até a primeira prévia de junho, o índice acumula ampliações de 4,12% no ano e de 5,38% em 12 meses. O fase de coleta de custos para cálculo do índice foi de 21 a 31 de maio.

Índice de custos no consumidor é uma medida do custo médio necessário para adquiri bens de consumo e serviços.

O efeito do Índice de Preços ao Consumidor foi menor do que no mês anterior, comampliaçãoo de 0,75%. Em março o IPC teve uma ampliação de 1,42%.

No que se refere ao IPA, foram feitas correções em relação a março no segmento de bens finais puxados, principalmente, pelo subgrupo alimentos processados que na apuração passada permaneceu estável. Em abril, o subgrupo teve alta de 2,03%. Também pesou a ampliação de custos no grupo dos bens intermediários com maior influência do reajuste médio de materiais e componentes para a manufatura .

Em compensação, perderam força alguns custos das commodities – produtos primários com câmbio no mercado internacional. No caso da soja, por exemplo, os preços subiram com menos intensidade do que em março passando de 8,30% para 2,43%. A câmbio do milho em grão caiu 0,10% após ter subido 3,75% e a das passaritos passou de 3,11% para -0,36%. No mesmo fase, houve elevação do café em grão ; dos bovinos e do minério de ferro .