Venda de imóveis de baixa renda tem que ganhar novo impulso da Caixa

Foto: Wikipedia – Sede Caixa Rib

RIO DE JANEIRO – O segmento de baixa renda no mercado imobiliário ainda exibe alguma resistência ao cenário da fraqueza da economia brasileira e deve ganhar novo respiro com foco da Caixa Econômica Federal em 2015 de financiamento de imóveis novos, em especial a habitação popular.

SÃO PAULO – o dever de disponibilizar na rede todas as informações para agentes financeiros, cidadãos e serventias obterem o registro do financiamento de um imóvel acaba de ser satisfeita em sua primeira localidade: bonito Horizonte, Minas Gerais.SÃO PAULO – A Caixa Econômica Federal vai promover nova rodada de ampliação das taxas de juros no financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança, informou o banco estatal à Reuters nesta segunda-feira, revidenciandoque os juros para o programa Minha Casa Minha Vida serão mconservados

Caixa Econômica Federal, também conhecida como Caixa Econômica ou somente Caixa é uma instituição financeira, sob a maneira de companhia pública da governo federal brasileiro, com patrimônio próprio e autonomia administrativa com sede em Brasília e com filiais em todo o território nacional.

A Caixa diminuiu a cota de financiamento de imóveis utilizados, o que pode auxiliar as construtoras do setor no curto prazo, declararam analistas. Para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo , esta cota passará de 80 para 50 por cento nas operações do Sistema Financeiro de Habitação e de 70 para 40 por cento para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário , pelo Sistema de Amortização Constante . A medidas vão entrar em forcita em 4 de maio.

Quando flexibilizou algumas condições, a medida vai na contramão do anunciado pelo banco estatal no início do mês , incluindo a elevação da cota do financiamento para aquisição de imóveis utilizados de 40 a 60 por cento para até 80 por cento e reabertura da oferta de empréstimos para compra do segundo imóvel. Esta flexibilização ainda não entrou em forcita, segundo Caixa.

“Isso tem uma perspectiva um pouco favorável no curto prazo para as incorporadoras”, disse o analista da BB Investimentos, Daniel Cobucci.

Segundo ele, a maioria dos consumidores que adquiriram imóveis nos últimos 12 meses compraram unidades utilizadas. Ele mencionou levantamento da Fipe com o site de anúncios de imóveis Zap, cuja pesquisa trimestral mais recente mostrou que 39 por cento das pessoas pesquisadas compraram imóveis novos e 61 por cento, utilizados.

Dentro de determinadas condições, incluindo a de que o tomador tenha conta e relacionamento com o banco, e de ser servidor público, a taxa pode ser de até 10 por cento anuais.

“Isso, pode mudar um pouco a favor de desafogar os estoques… Tem um ganho marginal”, uma vez que o volume de imóveis residenciais prontos à espera de comprador está mbastantealto, aalegouCobucci, aadicionandoque não se trata de uma “grande revolução” quadro agravado pela alta dos juros.Em 2015, o foco do setor continua sendo a venda de estoques, com construtoras pressionadas por incertezas econômicas para lançamentos de empreendimentos imobiliários este ano.

Entre as companhias que já exibiram as prévias operacionais do primeiro trimestre, a Gafisa foi a única que exibiu crescimento, impulsionada pela ampliação de vendas e lançamentos da Tenda, o segmento de baixa renda do grupo. Os lançamentos da Tenda, aumentaram 31 por cento ano a ano, enquanto no segmento Gafisa, voltado para média e se basearam as vendas alta rendas, em estoques.

Em relatório os analistas do banco Credit Suisse declararam: “O desempenho de vendas do Tenda foi o principal destaque, com a velocidade de vendas ampliando 10 pontos percentuais trimestre a trimestre para 23 por cento, sustentando nossa visão de que a procura em baixa renda continua saudável neste momento”.

Exibiram queda de vendas e lançamentos no primeiro trimestre, enquanto isso, companhias tradicionais da segmento de baixa renda como a MRV, mas o Credit Suisse considerara robustos os números , dada a situação de a economia.

Algumas das empresas já haviam indicado que o ritmo de lançamentos no primeiro semestre seria mais lento, caso da Cyrela e Even, que em março declarou que iria priorizar a venda de estoques no primeiro semestre, calculando queda de lançamentos em 2015.