Vitacon utiliza crowdfunding para captar recursos e construir edifício em SP

SÃO PAULO – A construtora e incorporadora Vitacon vai construir um edifício com um “funding” diferente. Ao invés de usar recursos de bancos ou grandes investidores, a Vitacon optou pelo crowdfunding, um sistema conhecido como uma “vaquinha virtual” em que várias pessoas contribuem com valores acessíveis para algum projeto.

O decreto, publicado no Diário Oficial da Cidade, calcula que, após a notificação, o tributo terá alíquotas crescentes, até atingir o limite de 15% do valor venal do imóvel. A alíquota começa a ampliar caso, um ano após a notificação, a propriedade ainda não tenha utilidade. se o problema for resolvido, se suspenderá o processo ,.“Atingimos 128% da meta de captação. Inauguramos um novo capítulo para o mercado imobiliário ao consolidar um modelo bastante usado em outros países, mas que aqui no Brasil era inédito. Abrimos uma nova alternativa de investimento e que foi acessível ao pequeno investidor”, declara o CEO da Vitacon, Alexandre Lafer Frankel.

A operação será feita na plataforma do URBE.ME. O edifício que será construído é o VN Cardoso de Melo, localizado na Vila Olímpia, bairro da zona Sul da cidade de São Paulo. De acordo com a Vitacon, este é o primeiro edifício a ser financiado por meio de crowdfunding no país. O investimento é 100% online e pode ser realizado com valores a partir de R$ 1 mil. O desempenho vai obter a lucratividade de a empreendimento.

De acordo com as companhias, o crowdfunding regressou “sem mudanças de conteúdo, e sim adequações de acordo com sugestões da entidade”.SÃO PAULO – O crowdfunding idealizado pela construtora Vitacon e pela URBE para a construção do edifício VN Cardoso de Melo, localizado na Vila Olímpia, voltou a operar após suspensão da CVM . A autarquia havia detectado o uso irregular de material de divulgação.

A cvm validou o projeto. Segundo Alexandre Lafer, CEO da Vitacon, a estimativa de regresso varia entre 44,2% e 59,3% em quatro anos a contar a partir do lançamento da oferta. Para ele, este pode ser o futuro dos “fundings” imobiliários brasileiros, já que o modelo baseado na poupança e no FGTS mostram sinais de exaustão.

Paulo Deitos, sócio do URBE.ME, alega que o investimento por meio da plataforma possibilita a participação de um maior número de pessoas em investimentos desse porte. A plataforma do URBE.ME – que começa agora a primeira captação – foi arremessada em abril. Plataformas semelhantes já funcionam em outros países, como o Fundrise, primeiro crowdfunding imobiliário nos Estados Unidos.

Os projetos que vão entrar na plataforma são escolhidos pelo URBE.ME de acordo com a viabilidade econômica e com o efeito urbano, que tem que ser sempre positivo.

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